quinta-feira, 16 de junho de 2011

È Preciso sempre se por a prova!!



Mudar!!!
Essa palavra tem feito muito parte da minha vida. eu uma escorpiana terrivelmente escorpiana, sempre tive problemas com rotina, com o bater na mesma tecla, com o persistir no mesmo erro, com o acordar sempre do mesmo lado da cama... e ai nessa ultima decada  eu andei me testando e me forçando a seguir a tal rotina e me entregando a mesmice. O resultado?? um aescorpiana frustrada , com magoas, e ressentimentos, dos outros talves? mas sobretudo de mim mesma. E ai como no fim de todo ciclo a Deusa adora nos jogar na fogueira, na chama do caldeirão ardente, eu la fui jogada e queimada viva, chorei , esperniei, reclamei, perdoei, e RENASCI , sim eu aprendi no meio desse fogareiro todo sair das cinzas e renascer como a Fenix, sim aquela ave linda , que de repente vira cinzas e renasce novamente.. e Cá estou eu, pronta para nao ter mais rotina, para voltar a ser mais relaxada, a deixar pra la e me estressar menos, viver mais, amar mais, perdoar mais, me perdoar muitas vezes, e sobretudo, tentar.
Tentar amar de novo, tentar ter minha vida profissional de novo, tentar ter amigos de novo, tentar sem feliz de novo !!

E vc ja se colocou a prova!!!
Vamos Renascer das cinzas.

Sonhos...

Hoje foi dia de acordar com sonhos diferentes... Ontem apos o eclipse faltou energia aqui na minha casa, e eu e minha pequena fomos dormir mais cedo. Dormimos abraçadinhas tava um frio danado, por voltas das onze da noite meu marido chegou colocou a pequena no berço e fomos dormir  again...sonhei que eu e meu marido  fomos ate um centro de alguma tradição africana não consegui identificar qual era, entravamos eramos recebido com festa, as pessoas todas de branco  conversavam, de repente um ser coberto com uma mascara não soube identificar se era mulher ou homem aparecia no altar e pedia que eu leva-se a minha filha para ser apresentada, mas quando eu ia ate la alguém entrava correndo dizendo que outros seres estavam chegando e que levavam crianças embora, me entregaram um pano para prateado com branco para  cobrir a sophia  os tais seres entravam e eram realmente horríveis fetidos, tive medo, mas minha unica preocupação era proteger a sophia, eles procuraram mas não encontraram ela e foram embora, saiamos de la correndo literalmente, e alguém q não me lembro quem disse q minha missão era protege-la acima de qqr coisa... acordei e corri pro berço dela ja eram 7 da matina e ela tb ja estava acordada...  costumo ter sonhos enigmáticos mas quase nunca sinto cheiros e fico com a sensação de estar dentro do sonho quando acordo.. mas esse foi forte e tenso.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

LUA CHEIA!!!!!!!!!!!!!!

Nesse Mês dos Namorados vamos a um ritual de amo!


Este ritual é em homenagem a Deusa Ishtar da Babilonia, Os babilonios conheciam essa deidade como a Luz do mundo, a que abre o útero, a Justiceira, Dama da Vitoria. Era irmã de Ereshkigal, rainha do Submundo. Ishtar possuía um trono decorado com leões e um cetro com uma serpente dupla; algumas vezes era representada na companhia de dragões. Como a Freya nórdica, Ishtar possuía um colar de arco-iris e era associada ao amor sexual, mas não necessariamente ao casamento.

Esse é um ritual para o amor e companheirismo.

* vela laranja
* suporte a prova de fogo
* óleo de jasmim
* incenso de jasmim

Prepare seu altar , escreva o que deseja em um companheiro numa folha de papel branca.
é importante que se tenha bem claro o que se procura , ou podera atrair alguem facinado.

Erga seus braços em saudação enquanto se volta para o leste. Diga:

"Dentro deste local secreto, oculto do mundo,
Fora do tempo e livre do controle do homem,
Eu cultuo neste centro sagrado.
Eu saudo os Velhor Deuses uma vez mais."

Unte a vela com oleo de jasmim do pavio ate a base. Coloque-a no suporte.

"Amor em todas as suas muitas formas,
Doçura, Alegria, Prazer.
Abençoe com isso, doce Ishtar.
Ilumine cada nova noite."

Mentalize pensamentos alegres e amorosos; cante e dance; toque musica. Faça isso ate se sentir mais positivo com a relação a sua vida amorosa. Uma vez mais, permaneça em pé perante seu altar, voltando para o leste. Diga:

"A Lua Cheia se ergue por de trás das colinas.
Mãe , escute-me!
Conduza-me com seu desejo amaroso.
Mãe , escuta-me!
De-me alegria, realize meus desejos.
Mãe,  escuta-me!"

Acenda a vela. Deixe que queime completamente. Feche o circulo como de costume!

Fonte: Livro Magico da Lua - D. J. Conway. (Meu Preferido)

terça-feira, 14 de junho de 2011

Os Sabaths

                                      
 Samhain — A Morte do Deus
31 de outubro no hemisfério Norte
&
1º de maio no hemisfério Sul
 
Samhain (pronuncia-se Sou-em), festejado em 31 de outubro no hemis­fério Norte e em 1~ de maio no hemisfério Sul, é o Ano-Novo dos Bruxos. Esse dia sagrado é conhecido por inúmeros nomes. Para muitos, talvez, o mais conhecido seja Halloween. Para nós, Bruxos, é a festa na qual honra­mos nossos ancestrais e aqueles que já tenham partido para o País de Verão. Essa é a noite em que o véu que separa o mundo material do mundo espiritual encontra-se mais fino e o contato com nossos ancestrais torna-se mais fácil. É também o momento tradicional para celebrar a última das co­lheitas e se preparar para o Verão. O poder de magia pode ser sentido no ar, nessa noite. O Outro Mundo se coaduna com o nosso conforme a luz do Sol baixa e o crepúsculo chega. Os espíritos daqueles que já partiram para o Outro plano são mais acessíveis durante a noite de Sambam. Sambam ocorre no pico do Outono. E o tempo do ano em que o frio cresce e a morte vaga pela Terra. O Sol está enfraquecendo cada vez mais rapidamente, a sombra cresce e as folhas das árvores estão caindo, numa preparação ao Inverno que chegará. Essa é a última colheita, o tempo em que os antigos povos da Europa sacrificavam seus gados e preservavam sua carne para o Inverno, pois esses animais não podiam sobreviver em grande escala nesse período do ano devido ao frio vindouro. Só uma pequena parte, os mais viris e fortes, era mantida para o ano seguinte. Samhain é a noite em que o Velho Rei morre e a Deusa Anciã lamenta sua ausência nas próximas seis semanas. O Sol está em seu ponto mais baixo no horizonte, de acordo com as medições feitas através das antigas pedras da Britânia e da Irlanda, razão pela qual os Celtas escolheram esse Sabbat, em vez de Yule, para representar o Ano-Novo. Para os Antigos Celtas, esse dia sagrado dividia o ano em duas estações, Inverno e Verão. Samhain era o dia no qual começavam o Ano-Novo celta e o Inverno, por isso era um tempo ideal para términos e começos. É o dia ideal para honrar os mortos, pois nele os véus que separam os mundos estão mais finos. Aqueles que morreram no ano passado e aqueles que estão reencarnando passam através dos véus e portais nesse dia. Os Portões das Sidhe estão abertos e nem humanos nem fadas precisam de senhas para entrar e sair. Em Samhain, o Deus finalmente morre, mas sua alma vive na criança não-nascida, a centelha de vida no ventre da Deusa. Isto simboliza a morte das plantas e a hibernação dos animais, o Deus torna-se então o Senhor da Morte e das Sombras. Sambam é um festival do fogo e é a entrada para a parte sombria e fria da Roda do Ano. É em Sambam que as fogueiras são acesas para que os espíritos do outro mundo possam encontrar os caminhos para partirem ao Outro Mundo (País de Verão). Sambam é o tempo de lembrarmos com amor aqueles que partiram para o outro lado, por isso é chamado de a Festa Ancestral. Toda a família, ou grupo, se reúne para reverenciar os que já partiram. É muito comum nesse Sabbat se realizar uma ceia em silêncio, conectando-se com aqueles que já cruzaram os portais dos mundos. É tradicional também deixar um lugar à mesa para os ancestrais e lhes servir pratos como se eles estivessem presentes à ceia. Para aqueles que não têm família para festejar e celebrar seus ances­trais, alimentos geralmente são deixados do lado de fora de casa, na porta de entrada, em homenagem aos familiares e amigos desencarnados. É também tradicional deixar uma vela acesa na janela da casa para aju­dar a guiar os espíritos ao longo de sua caminhada ao nosso mundo para que possam encontrar o caminho de volta. De acordo com os antigos celtas, havia apenas duas divisões do ano que iam de Beltane a Sambam (Verão) e de Sambam a Beltane (Inverno). Sambam é um dos quatro grandes Sabbats e muitas vezes é conside­rado o Grande Sabbat. Por ser o maior de todos e o mais importante também, todos os Pagãos consideram Samhain como a noite mais mágica do ano. Muitas práticas adivi­nhatórias foram associadas a Sambam, as mais comuns eram aquelas que pre­nunciavam casamentos e fortunas para o próximo ano que estava se iniciando. Uma das tradições mais comuns praticadas pelos povos antigos era a de colocar várias maçãs em um grande barril com água. Várias mulheres se reuniam em volta do barril, e a primeira que conseguisse pegar uma das maçãs seria a primeira a casar no próximo ano. Na Escócia, colocavam-se pedras entre as cinzas da lareira, deixando­as “descansar” durante a noite. Se alguma pedra fosse descoberta durante a noite, representaria a morte iminente durante o próximo ano de um dos moradores da residência. Sem sombra de dúvida a prática mais famosa do Sambam é o Jack O’Lantern (máscaras de abóboras), que sobrevive até hoje nas modernas celebrações do Halloween. Vários historiadores atribuem suas origens aos escoceses, enquanto outros lhe conferem origem irlandesa. As máscaras eram utilizadas por pessoas que precisavam sair durante a noite de Sambam. As sombras provocadas pela face esculpida na abóbora tinham a virtude de afastar os maus espíritos e todos os seres do outro mundo que vinham para perturbar. Máscaras de abóboras também eram colocadas nos batentes das janelas e em frente à porta de entrada para proteger toda a casa. O costume norte-americano de vestir-se com trajes típicos e sair pelas casas dizendo Trick or treating, nas noites de Halloween, é de origem célti­ca. Nos tempos antigos, o costume não era relegado às crianças, mas sim aos adultos. Em tempos ancestrais, os vagantes iam cantando cânticos da época de casa em casa e eram presenteados com agrados pelo seus habitantes. O Treat (presente) também era requerido pelos espíritos ancestrais nessa noite através de oferendas. O Deus neste período é identificado com os animais que eram sacrifi­cados para continuidade da vida. Sambam é um tempo para a reflexão, no qual olhamos para o ano má­gico que passou e estabelecemos as metas para nossa vida no ano que entra.


Yule — O Nascimento da Criança da promessa
por volta de 21 de dezembro no hemisfério Norte
por volta de 21 de junho no hemisfério Sul
 
Yule é o momento na Roda do Ano no qual o Rei do Azevinho (Senhor das Sombras) é vencido pelo Rei do Carvalho (o Rei Sol, a Criança d~ Promessa) que chega. É impossível discutir as Tradições de Yule sem mencionar o Natal. Muitos dos costumes de Yule foram absorvidos pela Igreja Cristã, em várias datas diferentes no decorrer do século, mas se estabeleceu no dia 25 de dezembro, pois associou muitos dos costumes da antiga e milenar celebração do Solstício de Inverno, que ocorre por volta de 21 de dezembro no hemisfério Norte. As Tradições Cristãs dizem que Maria deu à luz Jesus no vigésimo quinto dia, mas não confirma de qual mês. Finalmente em 320 d.C., a Igreja Católica decidiu marcar o nascimento de Cristo em dezembro para absorver o culto sagrado do Solstício de Inverno dos celtas e saxões. O Nascimento de um Deus no Solstício de Inverno não é exclusivo do Catolicismo, pois muitos “bebês divinos” nasceram nesta época. Mitras é um exemplo claro disso. Há muitas práticas que são utilizadas por Cristãos hoje que possuem origens essencialmente Pagãs. A Árvore de Natal, decorada com bolas e uma estrela no topo, não é nada mais nada menos que a antiga árvore que os Pagãos decoravam nos tempos ancestrais com velas, comidas e bolas colo­ridas (simbolos fálicos relacionados ao Deus) encimada por um Pentagrama, o símbolo da Bruxaria. As guirlandas, o azevinho, a Tora de Yule (Yule Log) queimando no fogo são todos costumes Pagãos. Yule, o Solstício de Inverno, acontece por volta de 21 de dezembro no hemisfério Norte e por volta de 21 de junho no hemisfério Sul. O Sol agora encontra-se em Nadir, por isso é a noite mais longa do ano. Muitos Pagãos celebram Yule como o festival da Luz, que comemora a Deusa como Mãe que dá nascimento ao Deus Sol, a Criança da Promessa. Outros celebram a vitória do Deus da Luz (Rei do Carvalho) sobre o Rei das Sombras (Rei do Azevinho), pois a partir desse momento os dias se tornarão visivelmente mais longos com o passar do tempo, mesmo com frio. Esse Sabbat representa o retorno da luz. Aqui, na noite mais escura e fria do ano, a Deusa dá nascimento à Criança do Sol e as esperanças renascem, e Ele trará calor e fertilidade à Terra. Yule é o tempo de celebrar o Deus Cornífero. Nesse dia, muitas tradições Pagãs se despedem da Deusa e dão boas-vindas ao Deus, que governará a metade clara do ano. Em tempos antigos pequenas bonecas de milho eram carregadas de casa em casa com canções típicas de Yule. Os primeiros Pagãos acreditavam que esse ato traria as bênçãos da Deusa às casas que fossem visitadas pelas Com Dollies. Era um tempo ideal para colher o visco, considerado muito mágico para os Antigos Druídas, que o chamavam de o “Ramo Dourado”. Os druidas acreditavam que o visco possuía grandes poderes de cura e possibilitava ao homem mortal acessar o Outro Mundo. O visco é um dos simbolos fáli­cos do Deus e possui esse significado baseado na idéia de que as bagas brancas representam o Divino sêmen do Deus, em contraste às bagas ver­melhas do azevinbo, semelhantes ao sangue menstrual da Deusa. O visco representa a simbólica substância divina e o senso de imortalidade que todos precisam possuir nos tempos de Yule. A Tradição da Árvore de Natal tem origem nas celebrações Pagãs de Yule, nas quais as famílias traziam uma árvore verde para dentro de casa para que os espíritos da Natureza tivessem um lugar confortável para per­manecer durante o Inverno frio. Sinos eram colocados nos galhos da árvore. Os espíritos dia Natureza eram presenteados e as pessoas pediam aos ele-mentais que as mantivessem tão vivas e fortes durante o Inverno como a árvore que recebia lindos enfeites. O pinheiro sempre esteve associado com a Grande Deusa. As luzes e os ornamentos, como Sol, Lua e estrelas que faziam parte da decoração das árvores, representavam os espíritos que eram lembrados no final de cada ano. Presentes eram colocados aos pés da árvore para as Divindades e isso resultou na moderna troca de presentes da atual festa natalina. As cores tradicionais do Natal, verde e vermelho, também são de origem Pagã, já que esse é um Sabbat que celebra o fogo (vermelho) e usa uma Tora de Yule (verde). Um pedaço de tronco que havia sido preservado durante todo o decorrer do ano era queimado, enquanto um outro novo era enfeitado e guardado para proteger toda casa durante o ano que viria. Os troncos geralmente eram decorados com simbolos que representassem o que as pessoas queriam atrair para sua vida. A Tradição da Tora de Yule perseverou até os dias atuais entre os Wiccanos, que fazem três buracos ao longo de um pequeno tronco e colo­cam três velas em cada buraco, uma branca, uma vermelha e uma preta para simbolizar a Deusa Tríplice. A Tora de Yule também é decorada com aze­vinho sempre verde para simbolizar a união da Deusa e do Deus. Em Yule a casa era decorada com azevinho, representando a metade escura do ano, para celebrar o fim da escuridão na Terra. Para os antigos celtas, celebrar o Solstício de Inverno era o mesmo que reafirmar a continuação da vida, pois Yule é o tempo de celebrar o espírito da Terra, pedindo coragem para enfrentar os obstáculos e dificuldades que atravessaremos até a chegada da Primavera. E momento de contar histórias, cantar e dançar com a família, celebrando a vida e a união. O tema principal desse Sabbat é a Luz em todas as suas manifestações, seja o fogo da lareira, seja de uma fogueira, de velas, etc. A Luz nesse Sabbat torna-se um elemento mágico capaz de ajudar o Sol a retornar para a Terra, para nossa vida, corações e mentes.


Imbolc — A promessa da primavera.
2 de fevereiro no hemisfério Norte
1º de agosto no hemisfério Sul
 
Imbolc ou Candlemas, como também é conhecido, ocorre no pico do Inverno. Este é o tempo do ano em que a Terra se encontra fria. O Sol está lentamente aumentando sua força a cada dia. A Luz Crescente é um sinal da promessa da Primavera. Imbolc é o festival que celebra a luz nas trevas. É festejado no hemisfério Norte em 2 de fevereiro e no hemisfério Sul é celebrado em 1º de agosto. A palavra Imbolc significa “no leite”, pois nesse período as ovelbas, vacas e cabras entravam em seu período de lactação e começavam a pro­duzir leite. Isso era um indício claro da chegada da Primavera. Imbolc marca as boas-vindas à Primavera, época em que a vida começa a acordar do sono frio do Inverno. Neste dia sagrado celebramos a fertili­dade de todas as coisas. Em Imbolc a Deusa Brigit, Senhora do Fogo, da vida, do conhecimen­to, da poesia, das fontes sagradas, era honrada por todos os celtas. Todos agradeciam por Ela ter mantido o Fogo das lareiras queimando durante as noites escuras e gélidas de Inverno. Brigit é uma Deusa solar, associada com as árvores, as flores e o cantar dos pássaros e nessa época do ano, com a aproximação da Primavera, todos esses elementos começavam a dar seus primeiros sinais vitais de retorno. Brigit tinha um santuário na antiga capital irlandesa de Kildare, onde um grupo de 19 Sacerdotisas mantinha uma chama eterna acesa em sua honra. Ela era considerada a Deusa do Fogo e a padroeira dos ferreiros. Era uma Deusa Tríplice, Guardiã da lareira e da família.Esse Sabbat simboliza o tempo em que a Deusa está cuidando do seu bebê, a Criança do Sol (o Deus). Ela e seu filho afastam o Inverno. O Deus está crescendo forte e poderoso e isso torna-se cada vez mais visível nos raios de Sol que começam a dar seus primeiros sinais. A Deusa está recupe­rando suas forças do nascimento em Yule e isso é refletido na coloração verde das plantas e nos animais que começam a sair da hibernação. Agora a Deusa abandona o seu aspecto de Anciã e se transforma na Virgem das Flores.Os Grandes Sabbats são conhecidos como Festivais do Fogo, pois étradicionalmente acesa uma fogueira em suas celebrações. Imbolc é o único em que o tempo frio impedia o acendimento de uma fogueira ao ar livre. As fogueiras de Imbolc tomavam forma então nas muitas velas e tochas acesas. Essa é a razão por que Imbolc é conhecido como Candlemas, que vem do termo Candle = “velas associado a mas = “massa”, ou seja, “massa de velas”. As velas representam o pequeno fogo da Criança Sol (o Deus), crescendo em cada um de nós. Esse simbolismo das velas em Imbolc é extremamente poderoso, pois reafirma que a Divindade reside no interior de cada um de nós, bem como o poder de força de transformar as esperanças em realidade.Imbolc era o momento em que cada vela, lamparina e tocha da casa era acesa para iluminar os caminhos, para que o Sol pudesse atravessar. Por toda a Europa, nessa época, eram feitas procissões com tochas, com a fina­lidade de purificar os campos e arados para o plantio na Primavera que se aproximava. Isso poderia ser interpretado como um rito de invocação ao Deus (Sol), para que fertilizasse e fecundasse a Terra, e entrasse em todas as casas com sua luz para que estas fossem prósperas e ricas.ImboLc é o Sabbat da Purificação, por isso uma prática tradicional asso­ciada com esse Sabbat é a Varredura, na qual varremos nosso Círculo com Vassouras Mágicas, expulsando energias negativas, como azar, ressentimen­tos e coisas ultrapassadas de nossa vida. É comum também varrer toda a casa mentalizando o banimento do mal.A ligação de Imbolc com a purificação vem da Antiga Europa, onde, nessa época, toda a decoração de Yule era queimada, de acordo com as Antigas Tradições. Isso representava o desligamento com o passado para que o futuro fosse promissor. Caso isso não acontecesse, os antigos euro­peus acreditavam que os maus espíritos viriam assombrar a casa e seus moradores e trazer toda espécie de azar durante o ano.Outro costume muito tradicional são as camas de Brigit — bonecas são feitas com palha ou ervas e então colocadas ritualisticamente em uma cama, junto a um pequeno bastão, representando a fertilidade da mente, do espírito e da Tena.Por ser um período em que os temas de renovação, purificação e aban­dono do velho para o início do novo estão em destaque, Imbolc é consi­derado por algumas Tradições como o melhor momento para a realização de Ritos de Iniciações, Dedicações, Wiccanings e outros Ritos de Passagens.Imbolc é o momento ideal de banirmos todos os remorsos e culpas (sentimentos associados ao Inverno) e planejarmos o futuro para o próximo ano. Esse é um dos Sabbats mais poderosos, pois traz uma mudança pessoal profunda e transformativa. É tempo de limpar, lavar e purificar e se preparar para o crescimento e a renovação. Também é um período de sacrifícios vo­luntários do nosso Eu Exterior, pois é hora de banir o velho para que o novo possa entrar. Nesse Sabbat são feitas purificações com Fogo e Água, os prin­cipais elementos da Deusa Brigit.É o momento de limpar e preparar nossas mentes e corpos para o ressurgimento. A Deusa está mandando embora os escombros do último ano com a sua sagrada Vassoura. Ela ocupará o espaço vazio com novas idéias e novos caminhos. Assim como Ela, temos que nos preparar e limpar o terreno para que o novo possa entrar em nossa vida.


 
Ostara — A Terra Desperta
por volta de 21 de março no hemisfério Norte
por volta de 21 de setembro no hemisfério Sul
 
Ostara é o primeiro dia da Primavera. É o momento do ano em que o igual duração. Nesse dia, escuridão e luz são precisamente iguais; então, esse Sabbat traz os sentimentos de equilíbrio e interação. Desse dia em diante o dia dominará a noite, ou seja, os dias serão maiores que as noites e a Terra explodirá com vida.Ostara é celebrado no hemisfério Norte por volta de 21 de março e no hemisfério Sul por volta de 22 de setembro. Este é o tempo para rituais de fertilidade, momento no qual a vida se renova.Ostara, conhecido também como o Equinócio da Primavera, é basica­mente um festival Solar. Na agricultura, sinaliza o tempo em que as semen­tes são plantadas e começam o seu processo de crescimento. Ostara é tido como um momento de união e amor entre a Deusa (Lua) e o Deus (Sol), pois é um período de igualdade e equilíbrio entre as forças da Natureza, e isso indica também que é o momento ideal para fortalecer a energia de com­plementaridade entre homem e mulher.Segundo as crenças Wiccanas, em Ostara o Deus (Sol) cresceu, tor­nando-se um jovem adulto. Ele está passando pela puberdade e suas forças são refletidas na vitalidade e no crescimento (las plantas. Ele está crescendo novamente. Com a vitalidade crescente dele vem o calor da Primavera e o futuro plantio das futuras colheitas. A Deusa não é tida mais como a Mãe nutridora, mas como uma bonita Virgem da Primavera. Assim como em relação à Natureza esse é o momento de plantar, essa também é a hora de cultivarmos nossas “sementes (metas e objetivos). É o período de celebrar as mudanças de nosso corpo, pois nessa estação do ano ficamos mais ativos, dormimos menos, comemos menos e gastamos mais tempo ao ar livre.Nesse dia, os antigos Pagãos da Europa acendiam fogueiras nos cumes de montanhas, pois acreditavam que o brilho do fogo seria capaz de tornar a terra frutífera e manter suas casas em segurança. O fogo aceso também simbolizava iluminar os caminhos para que o Sol pudesse retornar à Terra.A Deusa reverenciada nesse dia é Eostre (observe a semelhança do nome Eostre com Easter Páscoa, em inglês), e o Sabbat do Equinócio da Primavera ganhou o nome de Ostara em sua homenagem. O Cristianismo absorveu muito dos costumes e folclores Pagãos de Ostara, pois no hemis­fério Norte a atual data pascal ocorre próximo à data de Ostara.Eostre, que significa “a Deusa da Aurora”, é uma Deusa anglo-saxã da Primavera, da ressurreição e do renascimento. Estava associada à fertilidade e aos grãos, e oferendas de pão e bolo eram feitas nessa época a Ela.A primeira e mais preservada Tradição Pagã de Ostara é a pintura e decoração dos ovos. Se realmente analisarmos com cautela, por que os Cristãos têm o costume de se presentearem com ovos na Páscoa?A resposta é simples, não acha?O ovo simboliza a fertilidade da Deusa e do Deus, o símbolo dle toda a criação. Ao decorá-los, estamos carregando-os como objetos mágicos, de acordo com as cores que utilizarmos. E uma Tradição também esconder os ovos, e achá-los simboliza que a pessoa alcançará suas metas. Outro sim­bolismo é o coelho da Páscoa. Muitos nem sequer percebem que o coelho é um dos maiores simbolos de fertilidade da Deusa, pois eles levam um período le 28 dias para gestarem e darem à luz os filhotes, e 28 dias é o ciclo de uma lunação.Além disso, a lenda do coelho da Páscoa tem uma estreita relação com a referente à Deusa Eostre, na qual um gentil coelhinho pedia favores a Deusa e em troca botava ovos, decorava-os e presenteava a Deusa com eles. Segundo a lenda, Eostre ficou maravilhada com a beleza dos ovos e ficou tão contente que dlesejou que toda a humanidadle pudesse partilhar dle tamanha beleza e alegria. Assim, o coelho começou a viajar por todo o mundo na época do Equinócio da Primavera, presenteando a todos com seus ovos decorados.Os simbolos desse Sabbat são as flores e os ovos coloridos. Esses ovos enfeitam o Altar e depois são colocados aos pés de árvores ou em vasos com plantas.Nesse dia, os antigos europeus iam até o campo para colher flores e as levavam para casa, pois acreditavam que as flores colhidas no Equinócio da Primavera eram mágicas e, através delas, seriam capazes de conectarem a energia de toda a Natureza. Essas flores eram secas e com elas eram feitos ornamentos para enfeitar as casas, até Ostara do ano seguinte, em que eram trocadas por novas flores, assegurando assim a continuidade de sorte, saúde e felicidade.Ostara é o tempo da renovação, o momento ideal de passear por jardins, parques, bosques, florestas e outros lugares verdes, fazendo do pas­seio um verdadeiro ritual, uma celebração da Natureza e da vida.
  
 
Beltane — Os Amantes se Enlaçam
1ºde maio no hemisfério Norte
31 de outubro no hemisfério Sul
 
Beltane ocorre no pico da Primavera. Este éo momento do ano em que a Terra se aquece no gentil abraço de calor do Sol e o Inverno é oficialment e, finalmente, deixado para trás. Beltane ocorre no dia 1º de maio no hemisfério Norte e no dia 31 de outubro no hemisfério Sul. O Sol está rapidamente se aproximando do seu apogeu, que ocorre em Litha, e o seu calor ajuda as plantas e sementes a serem fertilizadas. Os ani­mais brincam e se acasalam.A Deusa e o Deus agora estão em plena vitalidade e amam-se com toda intensidade. O Deus (o Sol) tem crescido e caminhado para sua fase adulta e a Deusa está no ápice de sua beleza e feminilidade. Eles irão consumar o seu amor. A Sua paixão é evidente em toda a vida presente na Terra.O Sabbat Beltane marca a união da Deusa e do Deus, representando a fertilidade dos animais e as colheitas do próximo ano.É o simbolismo da união entre os princípios masculino e feminino da criação, a união dos meios de todos os poderes que trazem vida a todas as coisas. Em Beltane comemoramos a fertilidade, o amor que dá forças a tudo e o retorno do Sol com toda a sua intensidade.A palavra Beltane vem do nome do Deus céltico “Bel”, que era o se­nhor da vida, da morte e do mundo dos espíritos. “Tinne” é uma palavra céltica que significa “fogo”. Assim, Beltane quer dizer “Fogo de Bel”.A antiga tradição requeria que o fogo doméstico fosse apagado da casa toda nesse momento. Uma grande fogueira era feita com as nove árvores sagradas (freixo, bétula, teixo, aveleira, sorveira, salgueiro, pinheiro, espi­nheiro e carvalho) e então acesa pelos Druidas, sem o uso de pederneira ou aço, ao nascer da Lua, dando-se início à comemoração do Sabbat.Entre os primeiros povos Pagãos era costume pular a fogueira de Beltane para se livrar de doenças e energias negativas, assegurar bons par­tos e pedir as bênçãos dos Deuses da fecundidade.Cada família levava brasas desse fogo para sua casa. Isso simboliza a renovação da vida depois do Inverno frio. Levando as brasas do fogo sagra­do e reacendendo o fogo doméstico, as pessoas compartilhavam do divino, representando uma bênção de esperança para um Verão próspero e fértil, com uma colheita abundante.Beltane é o tempo de celebrar a vida em todas as formas. E o momen­to de dar boas-vindas ao Verão, momento de equilíbrio, no qual nos des­pedimos das chuvas, e as colinas e vegetações atingem tons dourados.Entre os povos da Europa, os gados, que tinham ficado presos durante todo o Inverno, eram soltos nos pastos em Beltane, a festa que confirmava a promessa da Primavera e o aumento da luz do Sol.Ao longo dos séculos da Europa céltica, muitos outros costumes foram associados a Beltane. Como nessa época do ano a Terra era muito fértil, a maioria das Tradições européias Locais se preocupava com a fertilidade das colheitas e animais. Beltane era celebrado com flores e uma grande festa pública. Um dos simbolos mais conhecidos associado com esse Sabbat é o Mastro de Beltane ou Maypole (Mastro de Maio, pois no hemisfério Sul Beltane é festejado no primeiro dia de maio). Feito do tronco de uma árvore forte e alta, normalmente o vidoeiro ou freixo era enfeitado com flores e tiras. Uma vez decorado era elevado freqüentemente na praça da aldeia, ponto focal das atividades da comunidade. Seu simbolismo era fálico em honra da fertilidade renovada da Terra.Ainda hoje continuamos com a Tradição de elevar um grandioso Mastro para celebrar esse Sabbat. O Mastro simboliza o falo do Deus e ele sempre é ornado com uma coroa de flores, representando a vulva da Deusa e fitas multicoloridas. Cada participante pega uma fita e começam então a entre-laçar uma na outra até que todo o Mastro esteja revestido por elas. Ao dançarem e entrelaçarem as fitas no Mastro, estão representando a união da Deusa e do Deus. Na essência, os participantes estão realizando uma incrí­vel união sexual no nível divino.Um dos mais belos e antigos costumes associados com esse festival era o “Bringing in tbe May”. Os jovens das vilas e cidades iam até as florestas àmeia-noite de Beltane para colher flores. Quando retornavam para a sua vila, paravam em cada casa e presenteavam seus moradores com as flores; então recebiam as melhores comidas e bebidas que os anfitriões podiam oferecer. Isto trazia boa sorte para os donos da casa e era um ato generoso que representava a bondade da Terra nessa época do ano.Em Beltane o Grande Rito é realizado e possui um significado muito mais especial nesse Sabbat, pois representa o Casamento sagrado, a União Sexual da Deusa e do Deus que sustentará a Terra, dando uma colheita farta e abundante para todos nós nos meses vindouros. O Grande Rito é realiza­do simbolicamente, quando o Athame (símbolo fálico) é mergulhado no Cálice (símbolo do ventre da Deusa).Na Europa Antiga, as pessoas celebravam Beltane unindo-se sexual-mente em meio aos bosques. Todas as crianças concebidas por meio dessas uniões eram consideradas “bem-aventuradas” e filhos da Deusa e do Deus. Essas uniões em meio às árvores era um ato de Magia simpática e todos acre­ditavam que tinha um efeito positivo nos remos animal, vegetal e humano.Beltane é um Grande Sabbat e, por isso, uma fogueira é acesa de acor­do com as Antigas Tradições. O Deus Bel é invocado e então todos pulam a fogueira para se livrar de má sorte, doenças, negatividade e para atrair a fer­tilidade para sua vida. O Fogo simboliza o Deus em seu total aspecto de Amante da Deusa.Nesse dia celebramos a vida dançando em volta do Mastro de Beltane (Maypole), dando as boas-vindas ao Verão que se aproxima, pulando o Caldeirão para atrair fertilidade. Muitos casais pulam juntos o Caldeirão, para conceber uma criança. A fertilidade sexual é invocada e celebrada como o meio pelo qual todos vêm para a Terra. Beltane é o dia da alegria, da felicidade e do riso. É a festa mais alegre dentre todas, pois celebra a vida em todas as suas manifestações.É em Beltane que as sementes plantadas no Equinócio da Primavera começam a germinar e brotar. Magicamente falando, Beltane é o tempo de fertilizar, nutrir e encorajar aquilo que plantamos em Ostara, que são nada mais nada menos que os nossos próprios desejos.


 
Litha — Movimento de Alegria e Regozijo
por volta de 21 de junho no heniisíërio Norte
por volta de 21 de dezembro no hemisfério Sul
 
Litha é uma celebração essencialmente do Fogo, assim como todos ritos de Verão na Wicca. Ocorre no hemisfério Norte por volta de 21 junho e no hemisfério Sul por volta de 21 de dezembro.Litha ocorre no Solstício de Verão, momento em que o poder do Sol chega ao seu ápice e as flores, as folhagens e os gramados encontram-se abundância na Natureza. É o dia mais longo do ano, no qual o poder da luz se encontra acima da escuridão, garantindo poder e proteção.Nesse período celebramos a abundância, a luz, a alegria, o calor e o brilho da vida proporcionados pelo Sol. Nesse instante o Sol transforma as forças da destruição com a luz do amor e da verdade.Agora o Deus Sol chegou ao seu pico de poder. Ele é um adulto e tornou-se Pai (dos grãos), devido a sua união com a Deusa em Beltane. Em toda a sua plenitude e poder ele traz o calor do Verão e a promessa total de fertilização do solo, dos grãos, para que haja uma colheita farta e abundante. A Deusa foi fertilizada pelo Deus. Animais crescem livres e sabem que os raios protetores do Sol irão prover suas necessidades.Litha é o auge do poder do Sol, mas prenuncia também o seu decltnto. A partir de agora o Deus Sol começará lentamente a sua caminhada rumo ao País de Verão (Outro Mundo), e morrerá em Sambam. E por isso que em algumas Tradições Pagãs esse Sabbat marca o fim do reinado do Deus do Carvalho (Senhor do Ano Crescente) e o início do reinado do Deus do Azevinho (Senhor do Ano Decrescente), que durará até Yule, no qual será substituído novamente.Há muitas lendas e ritos que envolvem a noite do Solstício de Verão. Um dos costumes mais populares em toda a Europa e Norte da África é a Tradição de colher ervas medicinais e mágicas nesse dia, já que a força e o poder mágico estão no auge por causa do momento astral, que contém todo o poder sanador do Sol e toda a plenitude da Terra. As ervas são tradi­cionalmente colhidas nesse dia para capturar o poder do Sol que está em seu apogeu. Visco, basílico e outras inúmeras plantas são colhidos ritualisti­camente e usados para preservar a energia nos tempos frios em encanta­mentos e sortilégios.Há também uma infinidade de lendas mágicas que nos falam de Antigas Tradições de banhos purificadores e curas milagrosas realizadas nas noites do Solstício de Verão em fontes, rios e cachoeiras. Acredita-se que tudo aquilo que for sonhado, desejado ou pedido na noite de Litha se tornará realidade.Os antigos povos da Europa acreditavam que, nessa noite, Puck, Pá e todos os Elfos, Fadas, Duendes e Gnomos andavam correndo pelos campos e florestas e poderiam ser facilmente vistos e contatados. Nesse dia os amuletos do ano anterior são queimados e novos talismãs de proteção, poções para sonhos proféticos e filtros são feitos para apro­veitar o grande momento de poder. E costume acender uma grande fo­gueira, continuando a Tradição de Beltane, e pular sobre ela para livrar-se dos infortúnios e negatividade. Tradicionalmente a fogueira é acesa com a fricção dos gravetos de duas árvores mágicas: o abeto e o carvalho.Litha é o melhor momento para fazer rituais na praia, ao ar livre, praticar divinação e brincadeiras, assim como cantar em homenagem aos Deuses Antigos, dançar e contar histórias em volta da fogueira. Essa é a noite do Poder Mágico.

 
Lammas — O Sacrifício do pai
2 de fevereiro no hemisfério Sul
1º de agosto no hemisfério Norte
 
Lammas é o primeiro festival dos Sabbats das colheitas.O trabalho do Verão e da Primavera está finalmente terminado nessa primeira colheita. Oferendas de pão são servidas ao Povo das Fadas e dei­xadas para os animais. Durante esse tempo você poderá honrar a Deusa como a Senhora da Abundância e o Deus como o Sol que caminha para a morte. Você poderá celebrá-los deixando libações de pão e cidra em Sua homenagem.Lammas, ou Lughnashad, o festival céltico em homenagem ao Deus Sol, ocorre em 1~ de agosto no hemisfério Norte e 2 de fevereiro no hemis fério Sul. Essa é a celebração das primeiras frutas da colheita. O Deus Sol agora se transforma no Deus das Sombras, doando sua energia às sementes para que a vida seja sustentada, enquanto a Mãe se prepara para assumir seu aspecto de Anciã.Agora é o tempo de ensinar o que você aprendeu, com os frutos co­lhidos. Ramos de trigo assim como bonecas de milho são simbolos tradi­cionais desse Sabbat. O pão é colocado sobre o Altar e decorado com frutas e vegetais da colheita. Isso representa o inicio do ciclo da colheita. No Paganismo Ocidental, esse é um festival dos grãos e por isso é chamado muitas vezes de “o Sabbat das primeiras frutas”.Lammas honra o Deus céltico Lugh. Lugh é o Deus das colheitas, do Fogo, da luz e do Sol. Ele foi o Rei dos Tuatha de Danan e consorte de Dana, a primeira Grande Mãe da Irlanda. Dana, como a rainha de Lugh e a Deusa Mãe, é também honrada nesse Sabbat.A Morte sacrificial e o renascimento de Lugh, assim como a colheita dos grãos, estão sempre conectados a Lammas, simbolizando que sempre o Deus morrerá para renascer novamente através da benevolência da Deusa.Outros aspectos desse Sabbat contêm a representação do crescimento, do nascimento, da honra e do agradecimento à Deusa, pelo seu ventre qtie cultivou as sementes, e a Lugh, em seu aspecto de Deus Sol, pelas bênçãos e fertilização do ventre da Deusa com seu calor e luz.Lammas é um dos festivais célticos do Fogo. Na Irlanda corridas e jogos eram feitos em nome de Lugh e sua mãe criadora Tailtu.Lammas, que significa “massa”, é um nome mais recente para se referir a Lughnashad e começou a ser utilizado na Idade Média. Esse é o dia em que os pães, feitos dos primeiros grãos das colheitas, são servidos e ofere­cidos aos Deuses antigos. Lammas é o tempo de honrar os aspectos de fer­tilidade e união da Deusa com o Deus, para gerar a fertilidade.Lammas é um dos quatro grandes Sabbats. Ocorre a 1/4 de ano da chegada de Beltane. É um tempo tradicional para os trabalhos da Arte. Para nós, Wiccanos, o sentido da visão da luz que está trazendo a frutificação das sementes da Primavera é o mistério de Lammas. Mas esse Sabbat também éum momento de espera, quando as sementes são colhidas na esperança de novas vidas que virão.Um dos costumes modernos dos Pagãos é construir nesses dias, como parte da comemoração de Lammas, bonecas de milho ou pequenas figuras feitas com pão. As bonecas são colocadas no Altar para representar a Deusa Mãe que preside sobre a colheita. Uma nova boneca é feita nesse Sabbat e a antiga é previamer~te queimada para trazer boa sorte.Lughnashad (que significa literalmente “festa ou festival de Lugh”) era a festa céltica que comemorava os jogos funerais de Lugh. Porém, não a morte de Lugh, mas os jogos que Ele institucionalizou para honrar a morte de sua mãe adotiva, Tailtu. Por isso Lughnashad na Irlanda é chamada de “Tailtu Games”.Uma característica comum dos jogos eram os casamentos de Tailtu, os casamentos informais que eram firmados por um ano e um dia ou até o próximo Lammas. Durante esse período, o casal decidiria se queria ficar junto ou romper com o casamento para que cada um seguisse o seu próprio caminho. Esses casamentos foram comuns até os anos de 1500 e as cerimônias eram geralmente solenizadas por um poeta, um bardo ou um Sacerdote ou Sacerdotisa da Antiga Religião.Para muitos do Ocidente o início de Agosto, no hemisfério Norte, pre­nuncia a expectativa da colheita do trigo. Uma das lendas conta que em Lammas o Rei de Tara fez uma festa contendo um produto de cada provín­cia de seu reino. Ele não só mostrou como e quanto o seu reino era próspero, como o seu agradecimento pela colheita. Por isso esse é o festival que dá graças por toda bondade que recebemos da Terra.Como parte desse processo de agradecimento, a primeira colheita de grãos maduros é colocada dentro da massa do pão que é partilhado com todos os membros da comunidade que festejam o Sabbat. As massas são moldadas na forma de Sol, simbolizando o Deus da colheita, ou simples­mente em formato redondo representando a Deusa e a Roda do Ano, ou em forma circular com um trigo no topo dele. Pães recém-assados são parte importante da celebração de Lammas.O pão é elemental por Si: Terra, Ar, Fogo e Água são combinados em uma substância que sustentou milhares de pessoas durante séculos.O pão combina as sementes da terra (farinha), com a água, a substân­cia que deu origem a todas as coisas. O sal é o grande agente purificador. Levedura, o sagrado transformador dos Deuses, o segredo. Quando o sova­mos, estamos trabalhando com a energia do ar, pois é assim que o pão ganha forma. Finalmente, quando ele vai ao forno, entra em contato com o elemento Fogo. Dessa forma todos os elementos estão presentes no pão.Em Lammas o Sol está começando a declinar no céu, mas o grande calor do dia não evidencia a diminuição da luz. É momento de celebrar a generosidade da colheita com poderosos ritos de gratidão. O Deus lenta-mente debilitado se sacrifica para alimentar seu povo. Simbolizando o milho colhido, o Deus assume o papel de salvador para preservar a vida na Terra. Este é o primeiro Sabbat da parte escura do ano.Lammas, como um festival de fogo e de colheita, assume muitos temas sacrificiatórios. Nossos antepassados sabiam que, para receber algo, deve­ríamos dar primeiro. Nossos antepassados sacrificavam o melhor da pri­meira colheita para assegurar que as colheitas subseqüentes fossem abun­dantes e cada vez maiores. Essa cerimônia sacrificiatória se tornou o ponto central nos rituais de Lammas.Antigamente, nesses rituais, havia uma efígie do Deus Milho feita com vime e outros materiais. O homem de vime era preenchido com todos os “sacrificios” da aldeia. Frutas, grãos, riquezas, vinho e outras oferendas eram colocados dentro dele. Uma fogueira enorme era construída e consagrada. Durante a cerimônia de Lammas, o homem de vime era lançado sobre o Fogo e sacrificado, levando assim os desejos das pessoas até o mundo dos Deuses.Esse Poderoso ritual usa o simbolismo do Fogo como o elemento mais etéreo e primitivo na Natureza. Enfatiza a relação do Fogo com os Deuses da vida e a centelha da criação. Por incrível que pareça, nós ainda executamos isso durante o rito de Lammas. O homem de vime hoje é feito de grãos, ou milho, que é queima­do no Caldeirão. Nenhum oferecimento de qualquer fonte animal é usado. Oferendas típicas incluem grãos, flores, frutas, incensos, ervas, pedras, per­fumes, desejos escritos no papel. Esse ritual inclui um banquete fantástico com muitos pães frescos e frutas. Lammas é o tempo de dar gratidão pelo que você começou a receber e sacrificar o que você puder dar.

 
Mabon — A Segunda Colheita
por volta de 21 de março no hemisfério Sul
&
por volta de 22 de setembro no hemisfério Norte

Mabon é o segundo dos três Sabbats da colheita. A Deusa está agora fortemente impregnada pela energia do cada dia parte mais rápido para o País de Verão. Conforme o p diminui, a Deusa lamenta sua partida, mas Ela sabe que o poder retornará à Terra em Yule. A Deusa e o Deus são honrados através oferendas da segunda colheita. É o momento de agradecer dantes colheitas e o maravilhoso ano de aprendizado e lições ofei Mabon ocorre por volta de 22 de setembro no hemisfério Nori março no hemisfério Sul. Nesse momento dia e noite são iguais. É u de equilíbrio e balanço, mas as sombras começam a dominar a luz. associado com o interior do chifre, um dos símbolos desse Sabbat, pletação da colheita. Nesse Sabbat a Deusa lamenta o seu consorte que está partindo para o Outro Mundo, mas a mensagem de renascimento pode ser encontrada em cada semente colhida, que é o próprio Deus que se sacrifica para alimentar seu povo. É um tempo positivo para caminhar nas florestas, colher plantas e ervas mágicas para serem usadas no Altar. Pão de milho e cidra são bons elementos para fazer parte dos rituais e folhas de outono são ótima deco­ração para o Altar. Os Druidas honravam o salgueiro nesse Sabbat, a árvore associada à Deusa e à morte, e cortavam seus bastões do salgueiro somente após Mabon. O Deus está se preparando para a morte em Sambam e a Deusa está entrando em seu aspecto de Anciã; entretanto, seu aspecto de Virgem está impregnado nas sementes do Deus. Muitas festas que celebram a colheita ocorrem em países rurais; o Dia da Ação de Graças é um deles. As plantas, árvores, flores e ervas que estão asso­ciadas com Mabon são a aveleira, o milho, o álamo, bolotas, galhos de car­valho, folhas de outono, ramos de trigo, cones de cipreste, cones de pinheiro. Mabon é um período positivo para honrar os Ancestrais e o Espírito da Terra. Os Deuses associados com Mabon são todos aqueles relacionados ao vinho e às colheitas. É dada muita ênfase à Deusa em seu aspecto de Mãe e muitas vezes Modron (a mãe de Mabon) é honrada. Nesse período da Roda do Ano, duas lendas mitológicas são apro­priadas: Mabon e Modron (celta) e a história de Perséfone (grega). Mabon é um antigo Deus celta que simboliza os princípios masculinos da fertilidade. E o nome galês do Deus da mocidade, a Divina Criança, que os Druidas acreditavam estar dentro de todos nós. Ele é uma criança do Outro Mundo, nascida de pais terrestres, que desai5areceu em sua terceira noite de vida. Mabon ap Modron significa “Filho da Grande Mãe”. No Equinócio de Outono, marca-se o tempo de sua mudança. Nesse momento Mabon desa­parece, com apenas três noites de nascimento. Ele vai morar novamente no mundo mágico de Modron, o seu ventre. Esse é um lugar nutridor e encan­tado, mas ao mesmo tempo de desafios. É um lugar de poder e renovação para que Mabon possa nascer através de sua mãe como campeão, o filho da Luz. Esse Sabbat simboliza a luz de Mabon entrando na Terra (ventre da Deusa), recarregando-se para tornar-se uma nova semente. Seu desapareci­mento é um mistério, mas Mabon é eventualmente resgatado, no Solstício de Inverno, graças ao conhecimento de alguns animais: o pássaro negro, o veado, a coruja, o bisão e o salmão. Essa é a essência do Sabbat Mabon: o rejuvenescimento para uma co­lheita farta, agradecendo aos Deuses pelas dádivas concedidas durante o ano e o conhecimento da necessidade do balanceamento entre a luz e as sombras. O Equinócio de Outono é o momento em que dia e noite têm igual duração; logo depois dele a escuridão dominará com a chegada do Inverno. Enquanto o Equinócio de Primavera, outro momento de equilíbrio na Roda, representa iniciação e preparação para ação, o Equinócio de Outono é um tempo de parada do trabalho. A colheita foi bem-sucedida, mas o Sol ainda está conosco. Esse Sabbat é simbolizado pelo espiral duplo, um que vai e outro que retorna, para nos lembrar que começamos a jornada pelo ponto mais escuro do ano e que a morte sempre é seguida pelo renascimento, da mesma maneira que o Inverno sempre é seguido pelo Verão. A Deusa está grávida do Deus que nascerá em Yule, a noite mais longa. Ela se prepara para dizer adeus ao Deus velho, mas sabe que a semente do Deus novo já está dentro dela, em seu ventre. Os temas desse Sabbat são equilíbrio e ação de graças. É tempo de dar graças pelos frutos colhidos, e a Deusa é a Senhora de Abundância cuja co­lheita nos sustentará pelos meses escuros do Inverno, assim como refletir sobre nós mesmos, sobre o equilíbrio da escuridão e da luz e se esforçar para manter o equilíbrio interno. Também é hora de meditar sobre os projetos, a escolha das “sementes” (nossos sonhos) que serão plantadas no próximo ano, além de agradecer pelas realizações do ano que passou. Agora, entretanto, temos de deixar que coisas não mais significativas possam ir embora de nossa vida, pois isso é o que nos oculta e impede de alcançar aquilo que queremos, e observar que cada coisa tem seu tempo e sua estação e o Inverno se aproxima. Esse Sabbat é tido como o tempo de equilíbrio, gratidão e agradeci­mento, porque também é a segunda e maior colheita do ano. Mabon marca o começo do Outono e a morte do Deus que está por vir. A partir de Mabon, o Deus Sol começa a diminuir diariamente. Ele está envelhecendo e morrendo lentamente, como as plantas colhidas da Terra. Ele doou todo o seu poder aos seres humanos através das colheitas. Os sa­crificios de Lammas tiveram êxito e a generosidade veio. As plantas estão começando a morrer e a lançar suas folhas ao chão. Os animais estão preparando seus hábitats para o frio esperado. O tema de colheita de Mabon não pode ser negado. Pelas bênçãos que recebemos é natural usar esse tempo de ano para mostrar nossa gratidão. Um banquete de abundância em honra ao Deus é tradicional. A mesa é coberta com legumes, carnes deliciosas e aves, tortas e bolos e outras delícias. Como um gesto ritual, é tradicional a passagem do Cálice da Gratidão nesse banquete. Um Cálice repleto de vinho é abençoado e passado a cada integrante da mesa. Conforme o Cálice passa, as pessoas vão fazendo seus agradecimentos. Quando tiverem agradecido por todas as bênçãos, eles bebem e passam o Cálice adiante. Isso continua até a Taça esvaziar, beben­do em amor, bênçãos e gratidão a tudo. Considerando que esse é um dos dois dias de equilíbrio no ano, junta­mente com Ostara, é tradicional limpar a casa. E nesse momento que você começa a obstruir toda desordem ao redor de seu lar. As portas da casa são abençoadas para protegerem aqueles que vivem dentro dela. Magicamente falando, esse é um bom tempo para executar sortilégios ao redor da idéia de balanceamento da vida, de remover as culpas e substituir por carinho e aceitação.

Invocação ao Deus


Deus brilhante Rei dos Deuses
Senhor do sol
Mestre de tudo o que é silvestre e livre
Pai de homens e mulheres
Amante da deusa lua e protetor dos Wiccanianos
Compareça eu peço
Com seu raio solar de poder
Cá ao meu lado!

Invocação a Deusa


Graciosa Deusa
Rainha dos Deuses
Lanterna da Noite

Criadora de tudo o que é silvestre e livre
Mãe de homens e mulheres
Amante do Deus cornudo e protetora de todos wiccanos
Compareça eu peço. Com seus raio lunar de poder
Cá ao meu lado!

Calendario Celta

Os celtas seguiram um Lunário, e assim cada mês era aproximadamente 28 ou 29 dias longo e começou na Lua cheia. Isto significou isso para correlatar o Lunário deles/delas com o Ano solar (como o Sol determina as estações) eles tiveram que ajustar o calendário deles/delas por qualquer um tendo um mês extra todo poucos anos ou tendo um três ou quatro festival de dia, Teixo às vezes chamado, ao término de cada ano (na hora de Natal, ou o dia moderno o Natal). 
 
Geralmente é acreditado que o Celts além das Fases Lunares, também empregou o cálculo dos Equinócios e Solstícios no calendário deles/delas.  
 
Avance mais é importante a nota que o Celts começou os dias deles/delas ao entardecer e terminou ao crepúsculo seguinte - que poderia ser muito importante se você trabalhar seu magick em um sistema Céltico! 
 
Por nossos padrões os calendários deles/delas não eram tudo aquilo preciso, mas imóvel eles administraram. Eu acho ajuda tentar e imaginar o como o qual deveria ter sido 2000 anos atrás - quando você pensa, até mesmo cem anos atrás o conceito de aquecimento central e eletricidade era um real estranho! Este peoples mesmas vidas eram dependant em saber quando semear e quando colher, e quando começar preparando à frente durante os meses de inverno muito frios. 
 
Muitos dos nomes refletem as propriedades das estações nas que eles caem. 
 
Os Meses Célticos 
 
  Irlandês galês  
Novembro Samhain Tachwedd  
Dezembro Nollaig Rhagfyr  
Janeiro Enáir Ionawr  
Fevereiro Feabhra Chwefror  
Março Um Márta Mawrth  
Abril Um t-Aibreán Ebrill  
Possa Um Bhealtaine Mai  
Junho Um Meitheamh Mehefin  
Lúil de julho Gorffennaf  
Lúnasa Awst Respeitável  
Meán de setembro Fómhair Medi  
Outubro Deireadh Fómhair Hydref  
 
  
 
Dias da Semana: 
 
  Irlandês galês  
Domingo Dé Domhnaigh Dydd Sul  
Segunda-feira Dé Luan Dydd Llun  
Terça-feira Dé Mairt Dydd Mawrth  
Quarta-feira Dé Céadaoin Dydd Mercher  
Quinta-feira Déardaoin lau de Dydd  
Sexta-feira h-Aoine de Dé Dydd Gwener  
Sábado Dé Sathairn Dydd Sadwrn  
  

Codigo Wicca


  • se ninguém for prejudicado por uma ação sua (seja física, emocional ou espiritual) então aja como desejar na vida de acordo com a individualidade mais elevada.  Busque sua identidade e seu propósito.
  • Quando alguém faz algo de bom pra você retribua o gesto bondoso fazendo algo de bompor outrem.  Para q a semente plantada de frutos.
  • Mantenha sua palavra e seus juramentos quanto se empenhar .
  • Não mate ser algum exceto quando necessitar de alimento ou proteção.
  • Reconhece e preste a devida reverencia a seus deuses observando todos os períodos e festivais sagrado.
  • Não despreze as crenças de outrem,  simplesmente ofereça o que acredita ser verdade.
  • Busque viver em harmonia com os que vivem com você.
  • Tente se conscientizar dos que estão a seu redor e encontre a compaixão com seu interior.
  • Seja sincero com seus próprios conhecimentos e lute para se afastar do que se opõe dentro de você.
  • Auxilie os outros de acordo com suas necessidades ed e acordo com sua habilidade em dar de si mesmo.
  • Respeite a natureza e lute para viver em harmonia com ela.

TAÇA DA PROSPERIDADE


Monte uma taça, mentalizando receber prosperidade da seguinte forma:
Deve ser uma taça transparente de vidro ou cristal, tanto pode ser em uma fruteira como uma taça de champanhe, depende do tamanho das pedras que colocar.
Por que a taça?
É o símbolo da receptividade do útero, da fecundidade.
É na taça que brindamos a felicidade e a vitória em todos os sentidos (casamento, nascimento, conquistas, entrada de ano novo, etc.).
Tem ainda a ver com sacralidade: como o Santo Graal; o cálice que Cristo selou a Santa Ceia; o cálice sempre representou o poder do reis, dos deuses pagãos, etc.
Coloque nessa taça os cristais da relação a seguir e não se esqueça que tais cristais deverão estar limpos e energizados antes de montar a taça.
Limpeza e energização dos cristais:
Deixar 24 horas imersos em água e sal, depois passar em água corrente e deixá-los expostos ao Sol pelo menos durante uma hora para energizar recebendo o Prana.
- 1 pirita (molécula cúbica) facilita ganhos materiais.

Para adoçar o amor!

Realize este feitiço simples quando precisar "adoçar" um homem mal-humorado. Realize-o durante a Lua Crescente ou em um dia de Vênus.Elementos necessários:- 1 maçã- 5 colheres de sopa de mel- 1 faca- 1 vasilha de barro- 1 vela rosa
Cerridwen, conceda-me o desejo de meu coração,Tornando meu amor mais doce a cada estação.Em seguida, coloque a maçã em um local sagrado e acenda a vela durante sete noites seguidas, às sete horas da noite, durante sete minutos.Na sétima noite, deixe que a vela queime até o final.Quando a chama se apagar, recite o cântico em voz alta, acrescentando os seguintes versos:O mel pinga de meus lábios,E ele sorve meu amor em goles sábios...

Para Entender o Destino!

Vela: Preta ou vermelha ou branca
Incenso : Canela

Conforte-te Mãe.
Revele-me seu plano por trás do ciclo de minha vida.
Elimine minha angustia e meu desespero.
ajude-me a melhor entender seus grandes poderes.Dê-me fé em sua bondade e grandeza.

Para Abrir Caminhos e Remover Obstáculos.

Avenda uma vela verde
Incenso de Sândalo.

Eu peço mudanças, é o meu direito!
Abra o caminho, limpe minha visão.
O azar foge. Os Obstáculos  caem.
Os invejosos desaparecem.
Ouça meu chamado.
Boa sorte e prosperidade são minhas aliadas.
Ajudem-me.
O Grandes, Venham a mim!
Vejo oportunidade, trabalho e recompensas.
E o que desejo e deverá acontecer.

Feitiço para adivinhação!!!

Realize preferencialmnte nas Luas Crescente e Cheia.
Acenda uma vela branca.
Incenso de Lavanda

Deusa da Lua e da Magia
Deusa dos Mistérios
Mostre-me a resposta que venho buscando
Revele-me todos os destinos

(use o sistema divinatório de sua preferencia)

Honro aqueles que me ajudaram
Agradeço livre e sinceramente sua orientação sera para sempre apreciada e aceita.
Assim seja.

Que eu seja!!

Que eu seja como o sal que conserva os alimentos,
Que eu seja como o mel que adoça a boca,
Que eu seja como o fogo que queima e inflama,
Que eu seja como o vento que carrega a alegria e dessipa a tristeza,
Que eu seja com a agua que sacia que cura e purifica.

Assim seja